
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Pela Estrada Afora - TV Cultura
Nova série da TV Cultura. Em 12 episódios, aborda questões do trânsito de forma divertida e didática, com personagens do mundo encantado.
Sábados, às 11:30h
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
"Amargo Café" - Estréia dia 9 de setembro

A separação de um casal é interrompida por um canto maravilhoso.
Livremente inspirado em uma poesia de Jacques Prévert.
Livremente inspirado em uma poesia de Jacques Prévert.
Produção: Marta Russo
Direção de fotografia: Fernanda Riscali
Montagem: Silvia Hayashi
Atores: Liana Poiani e Douglas Simon
Local: Cinemateca Brasileira
Quando: dia 09 de setembro às 19:30h
terça-feira, 18 de agosto de 2009
"Laurita" - Festival Internacional de Curtas de São Paulo

Laurita é o curta de estréia de Roney Freitas, realizado com o Prêmio Petrobras Cultural para suporte digital. O filme conta a história de Laura, jovem garota que, de férias na praia, se depara com as dificuldades de entrar no mundo adulto.
Dia 21/08 - 19H - Cinemateca - Sala BNDES (sexta)
Dia 22/08 - 18H - Centro Cultural São Paulo (sábado)
Dia 23/08 - 18H - Cineclube Grajaú (domingo)
Dia 26/08 - 19H - CineSESC (quarta)
Dia 22/08 - 18H - Centro Cultural São Paulo (sábado)
Dia 23/08 - 18H - Cineclube Grajaú (domingo)
Dia 26/08 - 19H - CineSESC (quarta)
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Pré estreia de "Laurita"

Sessão Curta Cinemateca Especial Curtas: A Visita, Laurita e A Guerra de Arturo
Dia: 04/08/09, terça feira
Horário: 3 projeções do Programa, às 19:00, 20:15 e 21:30.
Local: Cinemateca Brasileira. Largo Senador Raul Cardoso, 207.
Dia: 04/08/09, terça feira
Horário: 3 projeções do Programa, às 19:00, 20:15 e 21:30.
Local: Cinemateca Brasileira. Largo Senador Raul Cardoso, 207.
A Visita, de Thaís Fujinaga, traz três gerações de mulheres de uma mesma família, obrigadas a lidar com a dor da perda e a aceitação de suas diferenças. Foi realizado com recursos do edital da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo para curtas-metragens e produzido pela Massa Real.
Laurita é o curta de estreia de Roney Freitas, realizado com o Prêmio Petrobras Cultural para suporte digital. O filme conta a história de Laura, jovem garota que, de férias na praia, se depara com as dificuldades de entrar no mundo adulto. É uma produção da Superfilmes em co-produção com a Massa Real.
A Guerra de Arturo é uma comédia sobre um reles funcionário de uma redação de jornal que, por um erro de digitação, deflagra uma guerra entre Brasil e Argentina. Foi dirigido por Júlio Taubkin e Pedro Arantes e é uma produção do CTR-ECA-USP em co-produção com a Massa Real.
Laurita e A Guerra de Arturo estão selecionados para a Mostra Brasil do próximo Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
Estréia dia 23 de maio no Ágora Teatro
ENTRE AMAR E DESAMAR
Quatro mulheres. Quatro personagens. Quatro histórias. Uma experiência coletiva.Inspiradas nas mulheres da Obra de Machado de Assis, atrizes compartilham com a platéia, entre um café e muitos olhares, quatro histórias de amor... e "desamor".Não existe separação entre público e elenco, entre quem faz e quem assiste, entre histórias vividas e narradas. As histórias das personagens se confundem com as histórias de suas próprias vidas.Memórias, lágrimas e risos se misturam nessa "anti-peça" baseada nos contos Casada e Viúva, Cinco Mulheres, Mariana e Uns Braços.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Não Tempo
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
O coração somente se satisfaz quando chega ao supremo, além do qual não há objetivo. O mundano não pode satisfazê-lo. O coração nunca é convencional, está sempre em revolução. Está sempre saltando de um estado a outro. Está sempre tateando, sempre arriscando. Está sempre disposto a arriscar tudo que tem pelo desconhecido. Seu desejo é conhecer aquilo que verdadeiramente é; e Deus nada mais é do que isto.
Notícias Amorosas
Amar
Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
e o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão vazio,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
Drummond
Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
e o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão vazio,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
Drummond
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